sábado, 19 de março de 2011

Foi engraçado, quando eu li...

Juvenal tava desempregado há meses.
Com a resistência que só os brasileiros têm o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista.
Ao chegar ao escritório, o entrevistador observou que o candidato tinha exatamente o perfil desejado, as virtudes ideais e lhe perguntou:
- Qual foi seu último salário?
- 'Salário mínimo', respondeu Juvenal.
- Pois se o Senhor for contratado, ganhará 10 mil dólares por mês!
- Jura?
- Que carro o Senhor tem?
- Na verdade, agora eu só tenho um carrinho pra vender pipoca na rua e um carrinho de mão!
- Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa! Tudo zero!
- Jura?
- O senhor viaja muito para o exterior?
- O mais longe que fui foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...
- Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
- Jura?
- E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã (6ª feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira com todas essas regalias que eu citei. Então já sabe: se NÃO receber telegrama cancelando até à meia-noite de amanhã, o emprego é seu!
Juvenal saiu do escritório radiante.
Agora era só esperar até a meia-noite da 6ª feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama.
Sexta-feira mais feliz não poderia haver.
E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.
Convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa à base de muita música.
Sexta de tarde já tinha um barril de chope aberto.
Às 9 horas da noite a festa fervia.
A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta.
Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero..
A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pro lado do Juvenal.
E a banda tocava!
E o chope gelado rolava!
O povo dançava!
Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro.
Gastara horrores para o bairro encher a pança.
Tudo por conta do primeiro salário.
E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.
Às onze horas e cinqüenta e cinco minutos... Vira na esquina buzinando
feito louco, um cara numa motoca amarela...
Era do Correio!
A festa parou!
A banda calou!
A tuba engasgou!
Um bêbado arrotou!
Uma velha peidou!
Um cachorro uivou!
Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?
- Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.
- Joguem água na churrasqueira!
O chope esquentou!
A mulher do Juvenal desmaiou!
A motoca parou!
O cara desceu e se dirigiu ao Juvenal:
- Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
- Si, si, sim, so, so, sou eu...
A multidão não resistiu...
OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!
E o cara da motoca:
- Telegrama para o senhor...
Juvenal não acreditava...
Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos.
Silêncio total.
Não se ouvia sequer uma mosca!
Juvenal respirou fundo e abriu o envelope do telegrama tremendo, enquanto uma lágrima rolava, molhando o telegrama.
Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.

Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.

O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava:
- E agora? Quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava...

 
Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico.
- Mamãe morreeeeuuu! -Mamãe morreeeeuuu!!!!!!!  

De: Tacyanne Moraes
Para: Barco do Alencar

domingo, 13 de março de 2011

Quem é...?!

Quem foi que deu sua vida por nós, morreu e depois ressucitou para nos salvar de todo o mal?


resposta na próxima semana - domingo dia 20/03/2011

Obs: Aquele que acertar a respota, ganha um vale prêmio de R$ 200,00 nas lojas da Tia Fodinha!

terça-feira, 8 de março de 2011

sábado, 5 de março de 2011

As canções que deixam o Mar tranquilo

Das muitas coisas que deixam o mar azul calmo, em paz, com suas águas leves pelo toques dos ventos são canções harmoniosas das vozes das serias [que apropósito já foi dito aqui quem seria estas serias...]
O radinho que ligo em meu simples barco é sempre ligado em estações que cantam músicas da minha zona audível, com vozes que possamos entender, com violões que possamos arranhar e pianos que possamos tocar, mas ultimamente tenho me ligado em outras estações de rádios...
Aquelas que cantam coisas que aparentemente não consigo pegar direito, há muita chiadeira...mas quando ouço consigo relaxar, ainda que lá fora esteja caindo um temporal e meu barquinho esteja quase naufragando...
Um marinheiro me disse que havia uma estaçõa boa, com excelentes músicas e que os ouvidos não canssavam de ouvir. Foi conferir... descir da minha embarcação, peguei a via direta e entre nesta onda. Ouvir. Gostei. E agora não consigo mais pára de sintonizar nesta cabine audível de emoção.
Alguns chamam esta estação de rádio, de música, outros chamam esta cabine audível, de cantores, enfim ...é demais...
Seus nomes, eu ainda não sei, mas sei que cantam bem: Kings Of Convenience

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Foi engraçado, quando eu li...


Um brasileiro está calmamente tomando o café da manhã quando um americano típico, mascando chicletes, senta-se ao lado dele.
O brasileiro ignora o americano que, não se conformando, começa a puxar conversa:
— Você come esse pão inteirinho?
— Claro! — responde o brasileiro de mal humor.
— Nós não. Nós comemos só o miolo, a casca nós vamos juntando num container, depois processamos, transformamos em croissant e
vendemos para o Brasil.
O brasileiro ouve calado.
— Você come esta geléia com o pão? - insiste o americano.
— Claro!
— Nós não. Nós comemos frutas frescas no café da manhã, jogamos todas as cascas, sementes e bagaços em containers, depois
processamos, transformamos em geléia e vendemos para o
Brasil.
O brasileiro já de saco cheio diz:


 

— E o que vocês fazem com as camisinhas depois de usadas?
— Jogamos fora, claro!
— Nós não. Vamos guardando tudo em containers processamos, transformamos em chicletes e vendemos para os Estados Unidos.


Você ainda quer comer Chiclets...?!
Cuidado!!! 

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Fabulas Fabulosas - Millor Fernandes

Hoje é 20 de agosto de 2124, quarta-feira, que no Brasil agora se chama Wednesday, já que o português foi oficialmente banido quando nos tornamos o 67º Estado dos United States of Wide America, em 2095. Teve quem não gostou, claro, principalmente depois que a Floresta Amazônica virou a Tropical Disney World, mas a maioria apoiou porque finalmente pôde tirar passaporte americano sem aporrinhação e passou a receber salário em dólar.
É verdade que muitos brasileiros ainda conservam um ranço xenófobo, o que é meu caso, por isso este relatório está sendo escrito em nossa antiga língua-mãe, que eu só domino porque nasci lá no distante 1980. Fiz 144 anos, trabalho há 126, estou forte e saudável, mas já ouço insinuações de que minha carreira entrou no plano vegetativo.
A vida corporativa do século 22 não é justa com o pessoal da sexta idade, como eu: basta a gente chegar aos 140, e começa a ser discriminado no trabalho... Os velhos tempos me dão saudade (uma de nossas poucas palavras que entraram no Mega Dicionário Americano, como sinônimo para "senseless feeling"), apesar de quase mais nada ser como era.
Por exemplo, eu nasci com unha, cabelo e dente, últimos resquícios de nossa descendência selvagem. E na juventude pratiquei zelosamente um ato denominado "sexual" para reprodução da espécie, coisa que, hoje, a ciência simplificou muito: basta ir a qualquer McDonald's, comprar um kit de óvulo e espermatozóide (o número 3 tem sido o preferido pelos consumidores, porque acompanha uma Coca-Cola grátis) e inseri-lo num tubo plugado a um sistema embrionário - cujo nome técnico é "tamagoshi". 


Aí, é só redigitar a configuração desejada do genoma e depois ir clicando os comandos para as cargas vitais de proteínas. Simples. Em seis semanas, aparece a ficha fitoergométrica da criança, os custos de alimentação e educação e a mensagem "Are you sure you want to give birth?"
Meu filho mais novo, o 365A27W648, vulgo "8", agora deu de ser curioso e me perguntar porque no meu tempo as coisas eram tão complicadas. Eu tentei explicar para ele que o tal ato ia além da simples reprodução, que a gente sentia prazer em copular, e ele fez aquela cara de nojo, típica de adolescente recém-saído da universidade.
Mas, tudo bem, ele tem só 4 anos, um dia talvez entenda melhor. Eu sei, estou divagando, desculpem. Não é das reviravoltas da natureza que este relatório trata, e sim das relações no trabalho. Meu hiperboss vai fazer uma apresentação no mês que vem, em Urano - com o criativo título de "Como Enfrentar os Desafios do Século XXII" -, e pediu minha colaboração. Ele quer mostrar às novas gerações a evolução da interação entre empresas e funcionários ao longo dos últimos 150 anos, desde a chamada "Era Jurássica Trabalhista" (1980-2020) até o aparecimento do "Homo Pizza", no final do século XXI. E me escolheu porque eu vivi todas as etapas do processo, além de ser o único por aqui que ainda sabe usar algarismos romanos. Então, vamos lá:
Transporte
Os empregados acordavam de manhã e iam para seu local de trabalho dirigindo um veículo pesadão e lerdo, que funcionava queimando derivados do extinto petróleo, chamado "automóvel" - não sei bem por que esse nome, que significa "move-se por si mesmo", já que o tal veículo só se movia sob comando humano e, algumas vezes, nem assim. Mas a maior dificuldade era enfrentar o "trânsito", do latim transire, "ir para a frente", e esse era exatamente o problema, já que o trânsito quase nunca ia em frente, e daí originou-se uma frase de uso muito comum, "Atrasei por causa do trânsito", que literalmente significa "Fiquei para trás porque fui para a frente". Ou seja, aquele povo era duro de entender. O mais incrível é que, apesar de tanta confusão e contrariando a lógica, as pessoas ainda conseguiam chegar ao que chamavam "local de trabalho".
Local
O sistema jurássico de trabalho era coletivo, e as empresas até usavam jargões como "teamwork" para incentivar essas aglomerações, sem atentar para o fato de que elas eram uma fonte de proliferação de micróbios. O ponto de encontro era o escritório, um lugar onde os funcionários escreviam, daí a origem da palavra. Eram áreas enormes, onde pessoas se amontoavam em cubículos e passavam a maior parte do tempo produzindo "documentos", cuja principal finalidade era a de servir como evidência física de que as pessoas estavam ocupadas. Após produzidos, os documentos e...


Agora leiam o Livro!!!!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

O brilho

Sempre o céu foi um lugar que guarda as melhores sensações do homem, da mulher, da criança, do velho e etc. O brilho que se esconde por de tráz daquelas estrelas são intenso a ponto de criar sonhos e desejos pessoais. Mas existe um Astro, em especial, que me deixa louco por sua beleza, sua grandiosidade, seu ar de apaixonados - onde os belos casais amantes desfrutam de sua espetacular graciosidade... A Lua  

Sempre tive prazer em ver esta bola amarelo-esbranquiçado, com um dragão o não em sua superfície. Lua tal esta, que é até motivo de poesia e canções aos mais inteligentes compositores que esta bola azul, aqui, já pode criar.
O mais incrível é que neste último sábado (19 de Fevereiro de 2011) pude ver e sentir um brinlho, que talvez, seja mais intenso que o brilho da Lua, mais rico em águas do que as águas do Rio Caeté, mais feliz do que um Palhaço ao fazer uma criança sorrir, mais chorão do que a perda de um amigo fiel que se perdeu pelo mundo...
Aquela MULHER, na minha frente, diante dos meus olhos e das minhas mãos, do meu corpo, do meu colo. Em mim...Me fez sentir sua felicidade.
A felicidade era diferente: uma conquista, um prazer de começar uma nova vida. O brilho que partiam daqueles olhos negros e miudos eram mais...mais...e mais intenso que o brilho da Lua - acho que por isso que ela se escondeu, com vergonha de você...(rsrs)
Sua felicidade é também a minha felicidade...
Agora você é uma nova mulher, agora você é uma MULHER FORMADA!!!